História

“Festa das Árvores” já foi comemorada em 29 de setembro em Pinda

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Pindamonhangaba, berço do criador do evento que deu origem à efeméride que coincide com a chegada da Primavera, já fez sua “Festa às árvores” no dia 29 de setembro. Em sua edição de 7 de outubro de 1928 o extinto ...

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Os governantes da lendária e histórica ‘Princesa de Zaluar’

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Instituído em 1905, o cargo intendente geral (responsável pelo Executivo Municipal) existiu até 1930, quando, com a revolução ocorrida naquele ano e com o início da Era Vargas, foram criadas as prefeituras. Instituídas as prefeituras ressurge a figura do prefeito, função ...

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Os governantes da lendária e histórica ‘Princesa de Zaluar’

Legislativo Paulista – Parlamentares 1835-1999

Sem as pretensões e as formalidades próprias de estudos acadêmicos e científicos, a página que a Tribuna do Norte desde 2005 dedica a história de Pindamonhangaba, a partir desta edição, volta seu olhar reminiscente para o tema acima, recordando em ...

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Pindamonhangaba já foi município agrícola

Rua Prudente de Moraes (destaque para o chafariz Cônego Tobias, à esquerda), conforme postal do início do século XX

Passadas as décadas de prosperidade proporcionada pela produção cafeeira, o Vale do Paraíba experimentou uma fase de improdutividade econômica. Segundo o historiador José Luiz Pasin, do IEV-Instituto de Estudos Vale-paraibanos (sediado em Lorena), em artigo publicado na edição de fevereiro/março/2000 ...

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A onça fantasma da serra da Mantiqueira

A felina aparecia nas noites de luar e aterrorizava o povo das montanhas... Entre os causos, lendas e fatos da Pindamonhangaba de antigamente, encontramos a história de uma onça enorme e sem uma das patas dianteiras: a onça maneta... também conhecida ...

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Pindamonhangaba e o Mobral (1)

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Criado com objetivo de erradicar o analfabetismo do Brasil em dez anos, o Mobral propunha a alfabetização funcional de jovens e adultos, visando “conduzir a pessoa humana a adquirir técnicas de leitura, escrita e cálculo como meio de integrá-la a ...

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“Lei dos Burros” completa 50 anos

Os aminais inservíveis (muares e equinos) passaram a viver livres e soltos em área do Trabiju. A Lei  Municipal 884, “Lei dos Burros” , completa 50 anos no próximo dia 30 de maio

Considerando que está página dedicada à história da cidade registra com mais frequência fatos ocorridos no século XIX e início do século XX, o acontecimento que abordaremos nesta edição não relembra uma Pindamonhangaba tão antiga assim, exceção seja feita aos ...

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Uma crônica da Pindamonhangaba de 1935

O veículo que aparece na Ilustração, bico de pena de Renato San Martin 
(do livro,Pelas Velhas ruas de Pindamonhangaba, 1995) é uma montagem computadorizada

É de um exemplar do extinto jornal ‘A Cidade’, edição de 30 de junho de 1935, o material que ilustra a página de história desta edição. Sob o título ‘Grifaes”, o articulista inicia seus escritos em estilo algo poético, porém ...

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Curiosidades da igreja matriz

Em 1935 a Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso  tinha à frente o inesquecível Padre João, Monsenhor João José de Azevedo

Artigo publicado em jornal local há 82 anos, revela doações que enriqueceram o patrimônio paroquial da então Igreja Matriz e cita pindamonhangabense que foi o único brasileiro a vestir a farda dos Exércitos Pontifícios e combater ao lado do Papa ...

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Djanira Salles, trajetória de uma campeã

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Esta ‘Folha do Dr. João Romeiro’, secular jornal Tribuna do Norte, que sempre destinou espaço à memória e resgate de nossa história, tem a preocupação de também relembrar outras personalidades que devido a importantes feitos, igualmente já fizeram elevar o ...

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Tribuna do Norte incomodou rivais

Dr. João  Romeiro

Ao longo de sua existência o jornal Tribuna do Norte teve rivais políticos entre os órgãos da imprensa local. Não sobreviveram. Enquanto isso, a TN segue já para os seus 135 anos de existência. Entre os jornais que se sentiam ...

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Com o título “A Lenda do Suspiro”, um artigo assinado por Ignácio César, publicado na Folha do Norte (12/7/1925) revela a origem da denominação “travessa (ou beco) do Suspiro”, como era conhecida antigamente a travessa Rui Barbosa. Lenda ou fato, o interessante escrito revela uma arbitrariedade que teria sido cometida pelo primeiro capitão-mor da então Villa Real do Bonsucesso de Pindamonhangaba, Luiz Lopes (este nome consta na obra de Athayde Marcondes referente aos primeiros a exercerem tal cargo em Pinda). No século XVIII, capitão-mór era a autoridade responsável pela vilas e povoados. A lenda Em 1777 governava a terra pindana (sic) o capitão-mór Luiz Lopez de Aguiar, cujo espírito violento e arbitrário sobre todos conquistara a odiosidade pública. Vivia nesta época em Villa Real, Manoel Fonseca em companhia da mulher e de uma filha de rara beleza. Fonseca desempenhava as funções modestas de alcaide do Senado da Câmara da localidade com aptidão e honradez. A população foi uma amanhã despertada com a triste e horrorosa notícia que havia sido assassinada na noite antecedente a filha do alcaide Fonseca e esse crime logo se atribuiu a um tal Benjamim, soldado que era noivo da donzela. Chegando a nova aos ouvidos do capitão-mor, ele não pode se furtar ao desejo de fazer justiça pelas suas próprias mãos, a tão famigerado criminoso… Seu julgamento foi sumário e a pena capital não tardou muito em ser executada. O soldado sofreu a morte natural pela força. O suplício não podia ter sido mais bárbaro. Diz a lenda que o condenado foi de uma calma imperturbável, negando até a última hora o crime, protestando pela sua inocência. Acrescenta a narrativa que no momento em que o corpo balançava no ar, preso da forca pelo braço esticado, ouviram-se três gemidos, que por sucessivas noites de muitos anos, foram ouvidos no lugar em que fora enforcado. Passados alguns tempos, o vigário da paróquia, então o sacerdote pindano (sic) padre José de Andrade Vieira e Silva, recebeu de um frade, uma carta em que rezava a nefanda confissão de um outro soldado que em um bilhete de morte, na capital da Bahia, declarou ser o cúmplice do assassinato que praticou em Pindamonhangaba, na pessoa da filha do alcaide Fonseca, o alferes Salvador Lopes, filho do capitão-mor Luis Lopez de Aguiar!… O local da forca foi na primeira travessa (sentido centro bairro) que liga a rua Prudente de Moraes à Marechal Deodoro, que então ficou conhecida pelos antigos como: “Becco do Suspiro”. Travessa Rui Barbosa Atualmente denominada travessa Rui Barbosa, a conhecida rua dos fundos do Palacete 10 de Julho, antigo prédio que abrigou a Prefeitura, já foi travessa Visconde de Tamandaré. Recebeu tal denominação quando, em 1869, os antigos políticos de Pindamonhangaba, especialistas em mudar nomes de ruas, resolveram homenagear heróis brasileiros da Guerra do Paraguai e as célebres vitórias do Brasil naquele conflito latino-americano. Já a denominação “Rui Barbosa” surgiu entre 1910 e 1920. É oportuno relembrar a passagem de Rui Barbosa pelas terras da Princesa do Norte e a respectiva saudação do povo pindamonhangabense ao mesmo, fato ocorrido no dia 15 de dezembro de 1909. Nessa data, em campanha política, era candidato à presidência da República, Rui Barbosa, então senador, permitiu que o trem no qual viajava com destino a São Paulo fizesse parada na estação de Pinda onde foi saudado pelo dr. João Romeiro (Fundador da Tribuna do Norte) e fez discurso de agradecimento. Sem desmerecer o Água de Haia nem o patrono da Marinha do Brasil, eternos e heróicos vultos da Pátria, a denominação “travessa dos suspiros” é mais atraente pelo aspecto pitoresco e lendário da Pinda de antigamente. A respeito desta denominação existe a versão contada por Maria Eugenia na edição de 14/3/1971 da Tribuna do Norte e reunida na coletânia Nossas Ruas em 1993 (iniciativa da Câmara Municipal). Segunda a citada autora a tal travessa “era assim chamada porque as lavadeiras, após lavarem roupas no Paraíba, subiam a ladeira cansadas, cada qual com sua trouxa e, para não passarem pela rua principal da cidade, desviavam e iam descansar e conversar nessa travessa (ali deviam suspirar pelo cansaço), após o que seguiam o seu caminho, sempre desviando do centro.”

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Com o título “A Lenda do Suspiro”, um artigo assinado por Ignácio César, publicado na Folha do Norte (12/7/1925) revela a origem da denominação “travessa (ou beco) do Suspiro”, como era conhecida antigamente a travessa Rui Barbosa. Lenda ou fato, o ...

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