Lembranças Literárias

Tuba de Eros

8813-13

Eu a esperava, trêmulo. Em redor o silêncio rondava. Entardecia. Febril por lhe beijar a boca em flor, a esperá-la, meu Deus, como eu sofria! Em vão o meu olhar indagador pela deserta estrada se estendia... - De vez se fora Apolo abrasador, - Vesper, no céu ...

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Poema ao som da chuva

Reginaldo Pinto, Jornal 7 Dias, 26 de julho de 1964

Que chuva sem fim! Vem caindo, escorregando... Fustigando a rua. Que tristeza sem fim a da natureza. Até os montes risonhos quietam-se atrás de véus neblinais. A natureza chora chuva. Que nostalgia sem fim a minha. Vem vindo, ficando... Chove lágrimas de nostalgia! Será meu pranto infinito essa chuva sem fim? Em cada gota ...

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Tribuna do Norte

8729-11

Nau que deslizas sobre o mar imprensa, de brancas velas, enfunadas, pandas; nau que as vagas resistes, formidandas, vagas da vida – tempestade imensa Andas vogando nessa luta infensa, vogando altiva, de onda em onda, tua andas; E, embora sem ter porto, não desandas nessa jornada avara, ...

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Noivos

Amigo, o céu de tua vida agora de um novo brilho rútilo se enfeita: - O olhar formoso da formosa eleita, eleita de tua alma sonhadora. Ao fulgor dessa luz enlevadora toda amargura em ti sentes desfeita e a alegria, mais franca e mais perfeita, entra cantando ...

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