Construindo Cidadania: Desvendando a Agenda 2030. ODS

Por Roberto Ravagnani

Objetivo 10.
Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles
Até 2030, progressivamente alcançar e sustentar o crescimento da renda dos 40% da população mais pobre a uma taxa maior que a média nacional
Difícil lermos isso como um objetivo a ser alcançado em breve, enquanto vemos países “expulsando” seus cidadãos pela miséria e pelo controle político e outros pelos conflitos religiosos, pode parecer impossível de ser alcançado.
Longe de ser pessimista, afinal de contas, quando o homem quer, ele, na maioria das vezes, consegue. Portanto acredito ser possível, mas tem que existir um querer maior, m querer valorizar o ser humano, valorizar a paz, valorizar o ser e não o querer.
Utópico? Sim. Impossível? Não. Como tudo tem que começar com uma plantação, pequena e depois ir alargando as margens dela para chegarmos há um grande terreno plantado e ter uma colheita grandiosa. Nós, cada um de nós individualmente é responsável pelo lançar das sementes, em casa, nas escolas, nos grupos de amigos, nos grupos religiosos, nos grupos de trabalho. Acreditem é possível transformar o mundo com nossas pequenas ações do dia a dia, em nosso microuniverso.
Quantos começaram assim, Mohandas Karamchand Gandhi, Madre Tereza de Calcutá, Martin Luther King Jr, Irmã Dulce, Nelson Mandela, Malala Yousafzai, entre muitos outros que plantaram sementes do bem e até hoje nos inspiram a fazer o bem e acreditar que é possível.
Ainda assim precisamos da política para refazer, fazer e abolir leis que dificultem o atingimento deste objetivo, mas lembramos que nós somos o poder, nós colocamos e tiramos os governantes.
Resolver as questões da migração desordenada também um grande desafio para os países, que mais uma vez só serão resolvidos com a aceitação dos povos, a eliminação das segregações, das questões raciais e religiosas, só será resolvida com o banimento dos radicais, de toda e qualquer religião e raça.
Nosso papel como cidadão é ajudar na plantação. Pode parecer pouco mas é o que nos compete, não queiramos resolver o problema do mundo sem resolver o problema do nosso quintal. Pouco a pouco, pelas beiradas (como diria o mineiro), mas com a convicção que conseguiremos. Há que tempo? Só o tempo dirá, o importante é começar.

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