Editorial : Homens e livros

“ Um país se faz com homens e livros”. Essa frase de Monteiro Lobato vem a calhar nesta semana, em que comemoramos, na segunda-feira (7), o Dia do Leitor.

O instituto Pró-Livro nos aponta que o Brasil tem em torno de 95 milhões de pessoas que leem quatro ou mais livros por ano: leem porque querem, porque gostam, porque sabem, porque foram incentivados, porque compram livros, porque emprestam, porque ganham, leem porque sim!

Em contrapartida, há 77 milhões de pessoas que não leem: não o fazem porque não gostam, porque não querem, porque não têm tempo, porque não sabem, porque não têm acesso. Não leem porque, culturalmente, foram talhados a acreditar que o livro e o ato de ler é menos importante ou menos atrativa que outras formas de cultura ou de lazer.

No contexto de um país polarizado em que todos expressam sua opinião nas redes sociais, ler é cada vez mais imprescindível.

Assim, é preciso incentivar a leitura, para pavimentarmos um belo caminho a ser escrito com lápis e muitas palavras. Sejamos, cada um de nós, os inconformados que insistem em pôr o pé na estrada, enxergando em Monteiro Lobato o Norte: “Um país se faz com homens e livros”.

(Texto baseado no artigo escrito pela Professora Dra. Paula Reis Oliveira, Coordenadora do curso de Letras do Centro Universitário Internacional Uninter).

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