Editorial : Mantendo a tradição

No dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, o Brasil proclamava nossa independência. No entanto, muitos historiadores afirmam que o evento histórico não foi um fato isolado e que o País caminhava para “quebrar os laços com Portugal” muito antes dessa data. As provas se dão pelas relações estremecidas, pelos pactos desfeitos e pelas transformações políticas que marcavam a época.

Há também estudiosos que defendem a ideia de que “a independência foi um acordo construído entre as elites, e que, mesmo ‘independente’, o Brasil continuou tendo escravos até 1888”.

Hoje, 195 anos depois, muitos dizem que o Brasil ainda não é um país independente. Nem financeira, nem política e nem socialmente falando. Ainda tem os que dizem que “não tem do que se orgulhar”; que “as pessoas não são mais nacionalistas assim” e que “na época da ditadura, os alunos desfilavam obrigados”.

O fato é que não faltam argumentos e razões para a “não adesão” às comemorações do “Dia da Independência do Brasil”. Alguns motivos são muito bem fundamentados, outros vagos; mas, que cada um faça sua escolha já que estamos em um País democrático.

Pindamonhangaba segue a tradição e realizará o desfile cívico-militar e o hasteamento das bandeiras. Nesta quarta-feira (6), o distrito de Moreira César abre as comemorações ao “Dia da Independência do Brasil”, com desfiles de diversas instituições.

Já nesta quinta-feira (07), as celebrações se iniciam no obelisco da praça Monsenhor Marcondes, com o hasteamento das bandeiras e homenagem aos pindamonhangabenses membros da Guarda de Honra que participaram do Grito da Independência, ao lado de Dom Pedro I,. Depois, haverá o tradicional desfile na avenida Nossa Senhora do Bom Sucesso.

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