Fundado em 11 de junho de 1882 - Fundação Dr. João Romeiro, criada em 6 de maio de 1980

Terapeutas comunitárias participam de curso em Fortaleza

Curso aconteceu entre 10 e 16 novembro

Terapeutas comunitárias de Pindamonhangaba participaram, de 10 a 16 de novembro, em Fortaleza, do curso “Decodificando a Linguagem Corporal”, com o Dr. Adalberto Barreto, professor do Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará e criador da Terapia Comunitária Integrativa.

O curso teve o objetivo de propor chaves de leitura dos sintomas físicos inconscientes. Decodificar estas mensagens permite evacuar tensões, sem que a pessoa tenha que passar pela doença. A doença é um sinal de alerta que fala do que está acontecendo no mais profundo de cada um de nós e dá dicas importantes sobre o futuro.

As terapeutas que participaram do curso foram: Carmen Sílvia Ferreira Martins, Célia Regina Ascenço, Évodia Souza e Silva, Luciana de Oliveira Ferreira (Secretaria de Educação) e Sílvia Helena (Secretaria da Saúde – Cras).

“O curso direcionou nosso olhar ao interior do ser humano, aguçando nossos sentidos na busca pela compreensão de que, por trás das consequências físicas de cada doença, é necessário dispender atenção aos fatores emocionais que a desencadeia. É preciso conhecer a história de nossa vida e dos nossos antepassados para lutar contra os males do corpo físico”, ressaltou a gestora e terapeuta Célia Ascenço.

Segundo a gestora regional de Educação Básica, Luciana de Oliveira Ferreira, participar dessa formação permitiu a ampliação e a lapidação do olhar perante a vida. “Aprender a ouvir a linguagem que nosso corpo possibilita o trabalho a favor da promoção da saúde, conferindo novos significados na forma de nos posicionarmos perante a vida”, finalizou.

“O curso me proporcionou momentos de reflexão, de atenção necessária para tentar entender os sinais dados pelo meu próprio corpo, onde a pergunta: o que minha dor está querendo me dizer? Mostrou que devo buscar explicação dentro da minha história sobre suas causas e soluções”, indagou a terapeuta Carmen Sílvia.

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