Editorial : A luta é diária

Hoje é celebrado o “Dia Internacional da Mulher”. Mas todo dia é dia da mulher. Do homem. Da criança. Do idoso… Sim! Todo dia é dia de celebrar, de relembrar e de lutar. E é por isso que tem um dia para reafirmar essas convicções e focar em ações sólidas. Claro, relevando a parte comercial, que tenta empurrar o “consumismo goela abaixo” das pessoas.
A origem do “Dia Internacional da Mulher” vem das diversas reivindicações das mulheres por melhores condições de trabalho e por seus direitos sociais e políticos. E, embora esses fatos tenham ocorrido entre a segunda metade do século XIX e as primeiras décadas do século XX, em especial nos Estados Unidos e em países europeus, a luta da mulher por igualdade e por reconhecimento é anterior a esses períodos e existe até os dias atuais.
É por isso que a data é importante para que, em meio às rotinas exaustivas e um mercado de trabalho que nos “engole diariamente”, possamos parar e debater as desigualdades, a violência verbal e/ou física, as piadas machistas, os apelidos pejorativos, entre outros tipos de situações em que as mulheres estão sujeitas.
Na edição de hoje, trazemos a história de uma pindamonhangabense que foge dos estereótipos e dos clichês, escrevendo a sua própria trajetória; ou melhor, moldando a sua história. Que não só no dia de hoje, mas que sempre possam ter mulheres, homens, crianças e pessoas que lutem por uma sociedade mais justa, baseada nos princípios de equidade.
Feliz Dia da Mulher!

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