Lembranças Literárias

Roncando bravatas – Ota eguinha! Ota alimá! É mais veloz que um cabrito; pode havê uma otra iguá, mais porém eu não querdito. Pois a gente é só muntá, firmá no estrivo e dá um grito… E a desgranhuda não dá nem tempo pra acendê o pito! Pois magine, seu Louzada, que onti eu vim … Ler maisLembranças Literárias

Pinda antiga: no tempo do Eden Cinema

Recordamos o histórico Eden Cinema ou Cine Eden (já lembrado por está página em outras edições). Esse cinema era, na verdade, uma casa de espetáculos que, além de local de exibição das fitas cinematográficas da época, servia de auditório para a realização de eventos culturais e de salão para bailes carnavalescos com suas divertidas batalhas … Ler maisPinda antiga: no tempo do Eden Cinema

Pinda

Pois é, foste Princesa, e, no teu sonho augusto, antevias a posse imperial d’algum trono. Mas tu não no tiveste, ó meiga! E teu entono mergulhou-se na dor repentina do susto. E desprezada, assim, de modo amargo e injusto, tu ficaste a cismar, no extasiado abandono duma esfinge esquecida entre escombros, no sono dum labirinto… … Ler maisPinda

Lembranças Literárias

Rosas Segundo uma lenda antiga, Maria e São José fugindo à gente inimiga, tranpôs caminhos a pé. E, à proporção que Maria deixava rastros no chão, todo o caminho floria de rosas em profusão… Pelos trilhos e barrancas das estradas, viu-se em breve o estendal das rosas brancas tudo enfeitando de neve. De um branco … Ler maisLembranças Literárias

Relembrando o artista Amácio Mazzaropi

Neste mês de abril, quando se comemora 110 anos do nascimento do cineasta, diretor, ator, humorista e cantor Amácio Mazzaropi, relembraremos fatos relacionados ao inesquecível artista em sua passagem pela cidade escolhida por ele pra ser sepultado, assim como anteriormente fora também o seu pai Em outubro de 1944, ano em que Mazzaropi teria unido … Ler maisRelembrando o artista Amácio Mazzaropi

Lembranças Literárias

A cabeça de Tiradentes Da ideia que engendrou pendia a sorte da pátria, a sorte que ela, ávida, anseia; mas o músculo férreo, o punho forte comprime-lhe do déspota a cadeia, Sela-lhe a morte os lábios e os roxeia, e enuvia-lhe o largo e altivo porte – Morre esmagado pela grande ideia! Morre e morrendo … Ler maisLembranças Literárias

Lembranças Literárias

Numa vereda solitária… …ela passeia. De alma satisfeita, canta e caminha, balouçando os braços. E a fina relva da vereda estreita vai beijando a leveza de seus passos. Vai descuidosa. Nem sequer suspeita que meus olhares – sátiros devassos – vão-na seguindo, vão sonhando, à estreita, beijos de fogo, noturnais abraços… quando ela passa, à … Ler maisLembranças Literárias